Postmodern Jukebox: música com estilo

Fui apresentada essa semana ao grupo Postmodern Jukebox. A ideia é interpretar músicas atuais em estilos do passado, principalmente jazz. Sério, não tinha como ficar ruim.

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Aliás, fica melhor! Porque os figurinos que eles escolhem tem tudo a ver com o momento histórico no qual eles resolvem ambientar a música, o que torna tudo uma viagem no tempo.

(Ok, é a segunda vez em dois dias que falo de viagem no tempo – perdeu ontem? Clica aqui ó. Acho que estou sendo muito influenciada pelo livro Uma Loja Em Paris, do Màxim Huerta, que estou lendo no momento. Domingo tem post sobre ele, aliás.)

Hora de entrar no túnel do tempo! Seguem algumas sugestões para sua playlist do dia:

Blank Space, de Taylor Swift, ao melhor estilo cabaré

Bad Romance, de Lady Gaga, transformada em jazz dos anos 20…com sapateado!

 

Jealous, de Nick Jonas, mergulhada no mundo das Supremes!

 

Really Don’t Care, de Demi Lovato, também no clima da Motown

 

Anaconda, da Nicki Minaj. Apenas sensacional…

 

Toda quinta-feira tem vídeo novo deles no YouTube. Já estou ansiosa para saber o de hoje 😉

Fashion Files: saudades de Alexander McQueen

Se estivesse vivo, Alexander McQueen completaria na data de hoje 46 anos. O estilista inglês que se tornou o principal nome da moda no começo dos anos 2000 cometeu suicídio em 2010. Já são cinco anos sem a criatividade de McQueen, e ela deixa muita saudade.

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O nome do estilista já despontava em 1996; já faziam quatro anos desde o seu desfile de formatura na famosa escola de moda Central Saint Martins. Ele foi o responsável pela criação e popularização da calça de cintura baixa (sim, assuma que você já usou! E sim, eu já falei sobre isso antes, num post sobre Shakira. Releia aqui). McQueen acreditava que o cóccix era a parte mais sexy do corpo da mulher, então bora mostrando!

Naquele mesmo ano, 1996, sua fama já era tanta que ele era apontado como o substituto de Galliano na Givenchy, já que este iria para a Dior. Dito e feito: lá estava McQueen a frente da maison. Só que a parceria não durou muito tempo, não: em 2000, após vários desentendimentos, o estilista deixou a Givenchy e partiu então para a criação de sua própria casa.

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Final de desfile de Alexander McQueen para Givenchy

Livre para criar, McQueen não perdeu tempo. Uma de suas mais impressionantes apresentações – se é que é possível escolher – foi justamente uma das primeiras, em 2001. VOSS, como foi chamada a coleção, foi desfilada por modelos dentro de um cubo de vidro, de maneira que a plateia não conseguia vê-las, já que o vidro refletia a parte de fora, ou seja, a própria plateia. O desfile aconteceu desta maneira – imagine a cara das pessoas que estavam “assistindo” e não vendo nada!

Quase uma hora depois (!!!) a caixa de vidro foi iluminada de dentro e o público pode ver uma modelo nua, usando apenas uma máscara de gás. As paredes de vidro se quebraram e as modelos com os looks elaborados por McQueen voltaram para a caixa, para serem, enfim, apreciados pela plateia. O vídeo inteiro do desfile você assiste abaixo:

Essa foi só uma das várias invenções de McQueen para os seus desfiles. Suas criações foram reunidas na exposição Savage Beauty, uma das mais visitadas no Metropolitan Museum of Art, em Nova York. Agora a mostra reabre, desta vez no berço do estilista, Londres. Se alguém estiver com viagem programada para lá, visite (e me leve junto! haha).

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Epa! Teve a sensação que já tinha visto esse look antes? Sim! E sabe onde?

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Sim! Lady Gaga, no clipe de Bad Romance! A cantora era uma das famosas mais próximas do estilista: sempre usava suas criações e era sua amiga pessoal. Toca Bad Romance aí ❤

E você, já conhecia o trabalho de Alexander McQueen? Tem seus looks ou desfiles favoritos? Comente!

Playlist: praia? Partiu!

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Bora pra praia, minha gente? Curtir o sol, as ondas, tomar água de coco…e ouvir músicas bacanas, claro! Enquanto desço a serra, compartilho com vocês algumas músicas que não podem faltar na minha playlist praieira deste fim de ano:

– Waves (Remix), Mr. Probz:  quer música mais gostosa para entrar no clima do litoral do que essa? Acho que foi uma das canções que mais ouvi neste ano justamente por causa disso, do clima bom que ela estabelece em segundos. Wave after wave…

– Am I Wrong, Nico e Vinz: outra música gostosa para ouvir no caminho para a praia, sentindo o vento no rosto. Fala sério, que sensação boa! Pra chegar na praia animada 🙂

– Zóio de Lula, Charlie Brown Jr.: porque “meu escritório é na praia”! Essa já é um clássico praieiro e se você, como eu, está pegando a estrada rumo a Santos, cidade onde nasceu esta banda, tem que ter CBJr na sua playlist. Quase como uma homenagem…

– California Gurls, Katy Perry:  beach party, baby! Podemos não estar na “golden coast”, mas Katy é sempre diva em animar qualquer viagem, certo? Então vamos lá, todo mundo na coreô!

– Summerboy, Lady Gaga: que inusitado eu colocando uma música da Gaga na lista né? Haha… Se você não conhece esta canção, do primeiro álbum da cantora, ouça e prepare-se para tê-la grudada em sua cabeça em todos os seus dias à beira mar.

E você? Quais são as músicas que não podem faltar na sua playlist de praia? Comente!